Publicado em 29/07/2018 às 12h11

Em convenção em BH, Podemos decide lançar 54 candidatos à ALMG

Para o governo de Minas, o presidente do partido no Estado, Vittorio Medioli, afirmou que estudos ainda serão realizados para se decidir quem apoiar

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Politica - Do dia - Belo Horizonte MG Convencao estadual do partido Podemos com a presenca do pre candidato a presidencia Alvaro Dias e do presidente do partido em Minas e prefeito de Betim Vittorio Medioli FOTO: MARIELA GUIMARAES / O TEMPO 28.7.2018 |

O Podemos-MG realizou a sua convenção Partidária neste sábado (28), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na região centro-sul de Belo Horizonte. Com o Plenário e as galerias lotadas, o partido oficializou a candidatura de 54 deputados estaduais, 42 deputados federais e um senador.

No âmbito da disputa pelo Governo de Minas, o partido manteve a posição já anunciada há alguns meses de não ter candidato próprio. Apesar disso, ainda estuda se vai apoiar algum pré-candidato ao Palácio da Liberdade.

“Os candidatos em si são pessoas respeitáveis, entretanto não manifestaram nenhum programa, nenhum plano. Não se sabe o que eles vieram fazer. Então aguardamos as propostas colocadas, preto no branco, para serem analisadas e discutidas entre nós. Temos que analisar o quadro de Minas Gerais, e a partir dessa análise que será programática, com planos reais, nós decidiremos", disse o presidente do Podemos-MG, o prefeito de Betim, Vittorio Medioli.

O político afirmou ainda que o partido já foi procurado por todas as legendas, de direita à esquerda, entretanto, a decisão pode ser dada até o dia 5 de agosto, prazo final para a realização das convenções partidárias.

A convenção do Podemos contou com a presença do senador e pré-candidato pela sigla à Presidência da República, Alvaro Dias. Muito apoiado pelos presentes, o político falou sobre os  desafios fiscais que serão enfrentados pelo próximo Presidente da República.

"Essa é uma eleição para a inteligência, para a lucidez política. A crise é de grande profundidade. O próximo Presidente da República terá um desafio fiscal, porque as contas foram depredadas pela incompetência e pela corrupção. E a arrecadação, que é significativa, não cobre os gastos. A tarefa é o equilíbrio das contas públicas e a arrumação da casa", disse.

Dias também criticou seu antigo partido, o PSDB, após surgir a hipótese de que o pré-candidato tucano ao Planalto, Geraldo Alckmin, estaria interessado no nome dele como vice na chapa.

"A minha pré-candidatura é irreversível. Eu não teria coragem de vir a Minas Gerais se eu fosse uma biruta de aeroporto, que muda de lado ao sabor dos ventos. Eu nunca mudei de lado, mudei de sigla para não mudar de lado. Eu sai do PSDB porque ele mudou de lado. Ele abraçou Eduardo Cunha e Temer. E eu não podia apoiar uma organização criminosa. Por isso eu mudei de sigla e não de lado", completou Alvaro Dias.

(Fonte O TEMPO)

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