Publicado em 13/02/2019 às 14h34

LIGAÇÃO DE NANUQUE AO ESPÍRITO SANTO EM ESTADO DE AGONIA

Motoristas reclamam da falta de manutenção

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Tanto o piso como a sinalização no Espírito Santo são ótimos, foto da divisa.

A estrada que liga Nanuque aos municípios de Montanha e Mucurici no Espírito Santo (LMG-719) vive momentos de extrema agonia. A falta de cuidados, por parte do Governo do Estado, tem motivado prejuízos a esta região do estado. O DER/MG dá mostras de incompetência na administração das estradas no norte de Minas e isso reflete na economia da região.

A LMG-719 é de suma importância para esta região de Minas Gerais, entretanto, o governo não tem essa percepção. Já o governo do Espírito Santo pensa diferente. A rodovia em território capixaba recebe, temporariamente a manutenção necessária tanto que, seu leito carroçável encontra-se em perfeitas condições de tráfego.

Piso asfáltico destruído na LMG 719

Motoristas que passam pela LMG-719 têm reclamado da situação - buracos, mato alto invadindo o espaço que um dia foi asfaltado é um cenário convidativo para acidentes. “Quando tenho que ir à Nanuque, minha preocupação aumenta, pois já tive vários prejuízos com a quebra da suspensão do meu carro”, disse um empresário de Mucurici.

Já sob a perspectiva de Nanuque, empresários têm reclamado que os consumidores capixabas estão desaparecendo da cidade. “Nosso comércio, historicamente, sempre abasteceu o norte capixaba. Agora, eles estão optando por São Mateus porque a estrada é muito melhor. Ou o governo toma uma providência ou estaremos sujeitos a grandes prejuízos”, disse João Carlos comerciante em Nanuque.

Rodovia parece mais um queijo suíço

A LMG-719 também liga Nanuque à BR-101. Ela serve de escoamento da produção do FRISA para o porto de Vitória e Colatina. Enquanto isso, o DER/MG não tem a devida competência para manter o piso asfáltico em condições de trafegabilidade.

O jornal EM TEMPO levantou que a última reforma na rodovia foi em 2013, através de uma solicitação do deputado estadual Carlos Pimenta ao então governador Antônio Anastasia. De lá para cá, as manutenções ficaram restritas a alguns tapa buracos de péssima qualidade e mesmo assim, sem o uso de massa asfáltica.

(Fonte EM TEMPO)

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