Publicado em 03/10/2017 às 22h00

Polícia Civil prende 13 pessoas ligadas ao tráfico de drogas em Nanuque

Duas pessoas foram presas em flagrante delito por estarem em plena atividade de tráfico de drogas.

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A Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, através de sua Regional de Nanuque, deflagrou, na manhã de hoje, dia 03.09, a operação Ragnarok com o objetivo de prender narcotraficantes que operavam na região. 

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Segundo o delegado Luiz Bernardo de Moraes Neto, comandante da operação, foram realizados 33 mandados de busca e apreensão e 27 mandados de prisão, mas até o momento, somente 13 pessoas foram presas. 

A Polícia Civil contou com a participação de 70 policiais, 18 viaturas e um helicóptero no apoio logístico. 

Um boletim fornecido pela Regional informou que as prisões preventivas atendem solicitação do judiciário de Nanuque por conta de investigações realizadas pela Polícia Civil.

O delegado contou que duas pessoas foram presas em flagrante delito por estarem em plena atividade de tráfico de drogas.

A delegacia também informou que fora apreendidas quantidades de maconha e cocaína, além de pinos, sacolas destinadas à embalagem de drogas, relógios e valores elevados, mas não soube precisar a dimensão de cada apreensão. A delegacia também informou que foram identificados três veículos destinados ao tráfico e lavagem de dinheiro.

Luiz Bernardo contou que as investigações já vinham sendo feitas há cerca de 1 ano, revelando que os chefes da organização criminosa investigada, do interior do presídio local, orquestravam, numa nítida ascensão hierárquica e intelectual, todas as ações a serem praticadas pelos gerentes das bocas de fumo e pelos soldados do tráfico espalhados pela quase totalidade dos bairros de Nanuque.

Ele também disse que os integrantes da organização que não se encontravam presos recebiam ordens e as cumpriam com a mais fidedigna dedicação, nem mesmo sob a tutela e guarda do Estado, cumprindo as sentenças criminais que lhes foram impostas, deixaram de ser autores de crimes, nem se abstiveram de infligir uma gravíssima ameaça ao meio social como todo.

A delegacia informou que o termo Ragnarok, nome dado à operação, remete à mitologia nórdica, denominando um evento apocalíptico, no qual após um intenso conflito entre as forças do bem e do mal, os elementos de desordem e caos são estripados pelas forças do bem, prevalecendo, por fim, a paz e a tranquilidade.

As investigações foram conduzidas pelo delegado Luiz Bernardo Rodrigues de Moraes Neto, titular da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes de Nanuque e coordenador da Agência de Inteligência Policial de Nanuque auxiliado pelos investigadores Chalme dos Santos França, Davi Costa de Andrade, ambos da Agência de Inteligência Policial, Breno Mohandas Barbosa Meireles e Welinton. Calixto dos Santos da Delegacia de Tóxico e Entorpecentes.

(Fonte SALVADOR LIMA)

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