Publicado em 20/09/2018 às 16h30

Vereador Solon vê dificuldade na continuação de obra da Santos Dumont

Dinheiro do Governo Federal disponibilizado pela Funasa – Fundação Nacional de Saúde, não cobre as despesas do projeto

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A construtora FM Engenharia, responsável pela construção do esgotamento sanitário da Avenida Santos Dumont, anunciou a paralização das obras. O motivo alegado pela empresa é a falta de repasse financeiro por parte do Governo Federal. A empresa ainda solicita um aditivo financeiro de 20%, previsto em contrato, para continuar o serviço. Para representantes da FM Engenharia, o orçamento de R$ 16 milhões, dinheiro do Governo Federal disponibilizado pela Funasa – Fundação Nacional de Saúde, não cobre as despesas do projeto.

O vereador Solon Ferreira da Rocha Filho (MDB) disse estar preocupado, pois um aditivo à essa altura seria difícil de se conseguir, apesar de estar previsto em contrato, pois o assunto terá que ser discutido nas esferas federal. “Se o município pudesse aprovar o aditivo, poderíamos solucionar o caso, mas quando se trata de dinheiro federal, a coisa muda de figura”, ressaltou.

COPASA

Ele também informou que a Câmara tenta, nas esferas judiciais, derrubar o acordo que o prefeito Ramon Ferraz com a empresa – na oportunidade, o Executivo trocou um crédito junto à Copasa em torno de R$ 82 milhões para pagar uma dívida da prefeitura que girava em pouco mais de R$ 9 milhões.

O parlamentar tem sido duro nas questões que envolvem a Companhia de Saneamento de Minas Gerais. Ele entende que a criação e implantação do SAE – Sistema de Água e Esgotos Municipal, deverá favorecer o munícipe muito mais do que a Copasa que visa o lucro para pagar dividendos a acionistas. “Onde tem um sistema municipalizado, a cidade se mostra satisfeita e não quer voltar para a Copasa. E digo mais, Nanuque subsidia o saneamento em muitas cidades aqui no Vale do Mucuri. Por isso que a água é cara em nossa cidade”, ponderou.

Solon também lembrou que uma de suas reivindicações diz respeito a interligação com a BR 418, através do bairro da Reta.

“Nos meses de dezembro e janeiro, passam pela BR cerca de 7.200 carros/dia. Essa ligação jogaria no comércio uma gama substancial de consumidores”, alertou.

(Fonte EM TEMPO)

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