A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 deixou um gosto amargo na boca do torcedor. Não apenas pelo empate diante de Marrocos, mas pela sensação de que faltou algo essencial: vontade.

Vini Jr. comemora golaço que marcou em Brasil x Marrocos pela Copa do Mundo - Dan Mullan/Getty Images
O brasileiro, como sempre, fez sua parte. Vestiu a camisa, reuniu a família, acreditou e torceu. Em cada canto do país havia esperança de ver uma equipe determinada a iniciar a caminhada rumo ao tão sonhado hexacampeonato. Mas o que se viu em campo esteve longe disso.

Paquetá em ação em Brasil x Marrocos (Foto:CHARLY TRIBALLEAU / AFP)
É verdade que ninguém esperava facilidade. Marrocos já mostrou ao mundo que possui um time competitivo e organizado. Ainda assim, a Seleção Brasileira parecia desconectada do tamanho da responsabilidade que carregava. Os nomes eram de peso, conhecidos nos grandes gramados da Europa, mas o futebol apresentado não fez jus à fama de seus protagonistas.
Faltou intensidade, criatividade e, principalmente, aquela entrega que o torcedor tanto admira. Em vários momentos, parecia que o relógio corria mais rápido do que as ideias da equipe.
No fim, o empate acabou sendo recebido quase como um alívio. Pelo que foi apresentado durante os noventa minutos, o resultado poderia ter sido ainda pior. Resta agora a expectativa de que a Seleção reencontre seu futebol e mostre, nas próximas partidas, que o sonho do hexa continua vivo não apenas na arquibancada, mas também dentro das quatro linhas.





