Jornal Em Tempo Logo Jornal Em Tempo

FRISA REABILITADO PARA A CHINA

Frigorífico de Nanuque e de mais duas cidades receberam autorização para exportar para o país asiático

FRISA REABILITADO PARA A CHINA
Por: Em tempo
postado em 21 de maio de 2026

A China retirou a suspensão de três frigoríficos brasileiros habilitados a exportar carne bovina ao país asiático, entre eles o Frisa – Frigorífico Rio Doce S.A. A decisão foi anunciada pelo Ministério da Agricultura após reunião realizada em Pequim entre o ministro da Agricultura, André de Paula, e a ministra da Administração-Geral das Alfândegas da China (GACC), Sun Meijun.

FRISA REABILITADO PARA A CHINA

As unidades estavam suspensas desde março de 2025 e agora voltam a ter autorização para embarcar produtos ao principal mercado consumidor da carne bovina brasileira. Segundo o governo federal, a medida representa um avanço nas relações sanitárias e comerciais entre Brasil e China.

Durante o encontro, as autoridades chinesas também anunciaram o início da certificação eletrônica para produtos cárneos a partir do próximo mês. A iniciativa deve reduzir a burocracia nos processos de exportação, ampliar a rastreabilidade sanitária e agilizar o desembaraço alfandegário.

A reabilitação dos frigoríficos é vista pelo setor como estratégica para o agronegócio brasileiro, especialmente diante da relevância da China nas exportações de carne bovina. O mercado chinês responde por uma parcela significativa das vendas externas do produto brasileiro e exerce influência direta sobre preços e produção no setor pecuário.

FRISA REABILITADO PARA A CHINA

Para o Frisa, a retomada das exportações representa a possibilidade de ampliar operações internacionais, aumentar receitas e fortalecer sua presença no mercado asiático. A expectativa é de que os embarques sejam retomados gradualmente após os trâmites sanitários e comerciais necessários.

O Ministério da Agricultura destacou que o diálogo técnico entre os dois países tem sido fundamental para garantir segurança sanitária e previsibilidade nas relações comerciais. A pasta também avalia que a adoção da certificação eletrônica poderá modernizar os processos de exportação e trazer ganhos logísticos ao setor frigorífico nacional.